
Não quero dar uma de demagoga aqui: funcionários são uma das minhas maiores fontes de dor de cabeça, noites mal dormidas, início de úlcera, queda capilar e afins. Sem dúvida. Mas justiça seja feita, tem gente bacana também e acho que, tristemente, eu acabo deixando os desgostos eclipsarem as pessoas que trabalham com carinho e honestidade. Por isso queria parar um minuto para falar das pessoas que me ajudaram (e ajudam) a fazer do Chou o que ele é hoje: um lugar cujo maior compromisso é ser fiel a sua proposta e, acreditem em mim, isso não é pouca coisa.
Queria falar um pouco da seriedade da Thais, minha chefe de sala, da sua honestidade, de como ela é justa e comedida, de como ela fica bonita de batom e do quanto eu valorizo a sua opinião. Queria falar da dedicação do Marcelo que domina a churrasqueira com orgulho e propriedade, da sua calma furiosa, do seu sorriso enorme. Queria falar da perseverança e do carinho com que a Cristiana cuida do escritório, do seu olhar doce e compadecido. E falar também das habilidades do cozinheiro Sebastião, do silêncio dócil do Romílson, da gentileza do Vinícius, da delicadeza da Fabiana, da diligência do Wendison, contar para vocês do coração grande da Thaiene e a doçura com que ela aceita as brincadeiras, fazendo passos de ballet quando ninguém está olhando.

Saudar de peito aberto os recém-chegados: Leo, Marcela, Andy, Su, sejam bem vindos, saibam que cada gesto de carinho que vocês dispensam ao Chou não passa desapercebido.
E como não poderia deixar de ser, lembrar quem já passou por aqui e tanto fez pelo Chou: Rebeca querida, Luisa, quantas saudades; fiel Rodrigo, bonita Carol, Fabiano, Feli, Edu, Fabi, Rodrigo Felício. Obrigada, tantos obrigadas. Já os verei por aí. Sem vocês eu não teria conseguido.